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O Corpo de Bombeiros anunciou, na quarta-feira, 11, a suspensão das operações de busca pelo corpo do empresário Nelson Carreira Filho, de 43 anos, desaparecido desde o dia 16 de maio, no município de Cravinhos (SP). As investigações apontam que os suspeitos teriam jogado o corpo no Rio Grande, em Miguelópolis, na região de Franca.
Segundo o Corpo de Bombeiros, as equipes havia retomado as buscas e os mergulhos. Durante a operação, foram utilizados equipamentos tecnológicos avançados, incluindo sonares e detectores de metais subaquáticos. O uso dos detectores de metais foi considerado devido à hipótese de que o corpo do empresário teria sido lançado na água amarrado a barras de ferro, para dificultar sua flutuação. Uma testemunha que indicou o local do descarte do corpo também foi levada ao rio para auxiliar na orientação das buscas. Por meio de nota, o Corpo de Bombeiros explicou que as diretrizes relacionadas a buscas de mergulho são realizadas por um período de sete dias. Considerando que as operações completaram o prazo estabelecido sem a localização do corpo, as buscas estão suspensas até o surgimento de novas evidências ou informações que possam direcionar melhor as operações do Corpo de Bombeiros.
O CRIME
De acordo com as investigações, Nelson foi morto a tiros pelo proprietário de uma fábrica de suplementos, após desentendimentos relacionados ao uso da marca de um produto. O empresário, que segue foragido, enviou uma carta à polícia confessando o crime. As investigações indicam que o corpo da vítima foi jogado no Rio Grande, em Miguelópolis, na região de Franca.
Até o momento, quatro pessoas foram presas temporariamente. Um dos homens, que segundo a polícia teria ajudado o proprietário da fábrica a desovar o corpo no rio, se entregou duas semanas após o desaparecimento de Nelson. A esposa do empresário foragido, suspeita de tê-lo acompanhado até a cidade de São Paulo, se apresentou à polícia. Um quarto acusado foi preso na cidade de Uberlândia. Segundo a Polícia Civil, ele também é apontado como participante na ocultação do corpo da vítima no Rio Grande.
