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Na terça-feira, 30, o corpo de Marilda das Graças Ribeiro, de 51 anos, foi enterrado no cemitério de Igarapava. A vítima ficou internada 17 dias na Santa Casa de Franca, em estado grave, após ter sido atropelada por um carro em Igarapava, no dia 13 de setembro.
Segundo informações apuradas, Marilda caminhava pela calçada quando foi atingida violentamente por um veículo Uno. Com o impacto, ela foi arremessada ao chão. O automóvel chegou a colidir contra a fachada de uma borracharia e ficou completamente destruído. O carro era conduzido por um frentista, de 33 anos, que se recusou a fazer o teste do bafômetro. O homem chegou a passar mal, foi socorrido e levado ao hospital. O motorista realizou um exame de sangue na delegacia de Ituverava (SP), após receber alta médica. Além do exame, ele prestou depoimento e foi liberado em seguida.
O frentista responde ao processo em liberdade, e a Polícia Civil aguarda o resultado do exame toxicológico para prosseguir com as investigações. O inquérito, que até o momento foi instaurado como lesão corporal culposa na direção de veículo, poderá ser alterado para homicídio, em razão da morte da vítima.
