Na madrugada desta quarta-feira, 13, uma atendente, de 28 anos, acionou a Polícia Militar após ser perseguida pela ex-companheira, uma motorista de aplicativo, de 28 anos, na Vila Chico Júlio, região central de Franca.

Segundo informações do boletim de ocorrência, os policiais realizavam patrulhamento ostensivo quando foram acionados na rua Alberto Ferrante. Ao chegar no local, os militares visualizaram a vítima em frente ao portão de sua casa e a ex-companheira estava ao lado sentada no capô de um veículo. A atendente informou a PM que vivia em união estável com a mulher há três anos, mas estão separadas a três meses. No entanto, a motorista de aplicativo não aceitou o término do relacionamento e passou a vigiá-la em diversas ocasiões.

A vítima contou que ao sair do trabalho, a ex-companheira começou a persegui-la e se sentindo acuada acionou a Polícia Militar. Questionada pelos policiais sobre a situação, a perseguidora respondeu de forma ríspida que não tinha nada a dizer e que não foi ela que chamou a polícia. Considerando o comportamento da motorista de aplicativo, os militares disseram que poderiam dar a voz de prisão por desacato. Nesse momento a mulher foi em direção a vítima e a ameaçou dizendo que se fosse presa, ela iria se arrepender de ter nascido.

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Após a discussão, as duas mulheres seguiram para CPJ (Central de Polícia Judiciária), onde foi feito o registro da ocorrência. Na delegacia, a motorista deu a sua versão dos fatos e relatou que foi ao encontro da atendente para cobrar uma dívida de R$600,00, na qual a ex-companheira não havia pago. Por fim, as duas partes foram advertidas e orientadas. Em seguida foram liberadas separadamente.