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Na terça-feira, 2, um homem, de 44 anos, foi detido pela GCM (Guarda Civil Municipal) após furtar dinheiro e cartões bancários de sua própria mãe e portar um simulacro de arma de fogo dentro do CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) localizado na rua Cavalheiro Petráglia, na Vila Santos Dumont, em Franca.
Segundo informações do boletim de ocorrência, os guardas municipais Lima e Vallim foram acionados para o CAPS, onde receberam a informação de que um paciente estava com um volume na cintura, aparentemente uma arma. Ao avistar os guardas, o homem tentou fugir correndo para os fundos do imóvel, mas acabou sendo detido. Durante a revista pessoal, foi encontrado um simulacro de arma de fogo em sua cintura. Questionado sobre o objeto, o homem disse aos guardas que estava com a arma de brinquedo para ameaçar o seu tio. Ainda de acordo com o boletim, o detido relatou que, anos atrás, seu tio, proprietário de um restaurante, convidou seu pai, de 72 anos, para trabalhar com ele e o colocou em uma função que exigia que subisse no telhado. O pai do detido acabou falecendo, o que gerou nele uma mágoa em relação ao tio.
Na abordagem, os guardas encontraram dentro da mochila do homem uma pochete contendo uma faca de serrinha, três cartões bancários e uma carteira de identidade, todos em nome de sua mãe. Dentro da pochete também havia R$ 2.191,20 em dinheiro. Questionado sobre os objetos, o detido confessou que havia furtado os itens de sua mãe e, em seguida, foi até a Caixa Econômica Federal para sacar o dinheiro. O homem sabia a senha do cartão e conseguiu sacar R$ 1.500,00. Após o saque, ele fez várias transferências via Pix, totalizando mais de R$ 1.000,00. As transferências foram feitas para contas de conhecidos, que sacaram o dinheiro e o entregaram ao detido.
A mãe do homem, uma aposentada, de 67 anos, compareceu à CPJ (Central de Polícia Judiciária) para registrar a ocorrência. Ela informou que, além dos cartões e da carteira de identidade, o filho também havia furtado seu celular. Ela revelou que o filho sacou um total de R$ 3.300,00 em dinheiro. Na CPJ, o homem optou por exercer seu direito de se pronunciar apenas em juízo. Os cartões, o RG e R$ 2.191,20 em dinheiro foram devolvidos à vítima. A faca e o simulacro de arma de fogo foram apreendidos pela Polícia Civil.
