Nesta quinta-feira, 25, o Tribunal do Júri de Igarapava condenou Cléber Balduíno de Oliveira, de 50 anos, a 26 anos de prisão em regime fechado pelo crime de feminicídio contra a ex-namorada, Maria de Fátima Batista Silva, de 31 anos. O crime ocorreu no dia 26 de setembro de 2024. O réu foi condenado a 24 anos pelo homicídio qualificado por asfixia e feminicídio, e mais 2 anos por ocultação de cadáver.

De acordo com as investigações, Maria de Fátima foi vista pela última vez na casa do ex-companheiro, em Igarapava. Durante a madrugada, câmeras de segurança flagraram Cléber saindo de casa com uma caminhonete e, horas depois, retornando com o veículo sujo. No decorrer das apurações, Cléber tornou-se o principal suspeito e foi preso após confessar o crime no dia 1º de outubro, permanecendo detido até o julgamento.

O corpo de Maria de Fátima foi encontrado no dia 8 de outubro, em estado avançado de decomposição, em um brejo localizado em uma estrada rural que liga Igarapava a Buritizal. A defesa ainda pode recorrer da sentença, que é de primeira instância.

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