A Polícia Federal deflagrou, nesta semana, a Operação Carga Invisível, com o objetivo de combater o contrabando de cigarros de origem paraguaia no sudoeste de Minas Gerais.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em imóveis utilizados pelos investigados, sendo um em Cássia (MG), dois em Itaú de Minas (MG) e um em Franca (SP). As diligências buscaram reunir novas provas sobre as atividades criminosas, especialmente a armazenagem e a comercialização dos produtos contrabandeados.

As investigações tiveram início após a prisão em flagrante de um homem pela Polícia Militar Rodoviária de Minas Gerais, durante fiscalização na rodovia MG-050. Na ocasião, foram apreendidos 1.255 pacotes de cigarros, transportados sem autorização legal.

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A apuração da PF identificou indícios de que o investigado distribuía os cigarros contrabandeados a comerciantes de municípios da região de Passos (MG). Durante as diligências, também foi constatado que ele havia informado um endereço residencial falso, posteriormente identificado em Franca (SP), e ocultado o local de armazenamento das mercadorias ilícitas.

A investigação identificou, ainda, um dos possíveis fornecedores dos cigarros que já possuía registros policiais relacionados a crimes de falsificação e contrabando de cigarros, entre outros. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva em aberto, referente a esse tipo de crime, cujo cumprimento foi realizado no curso das apurações.

Durante o cumprimento das buscas, uma pessoa foi presa em flagrante, em posse de caixas de cigarros contrabandeados, e encaminhada para a delegacia da PF em Divinópolis, onde foram tomadas as medidas de praxe. Após a lavratura do auto de prisão, ela foi encaminhado à custódia, onde ficará à disposição da Justiça.

Os investigados poderão responder pelo crime de contrabando, cuja pena é de dois a cinco anos de reclusão.