Na quarta-feira, 1, o dentista Samir Panice Moussa, de 48 anos, condenado a 12 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato do auditor fiscal Adriano William de Oliveira, de 52 anos, voltou à cadeia após a revogação do habeas corpus que o mantinha em liberdade desde agosto do ano passado.

Segundo informações apuradas, o dentista se apresentou à CPJ (Central de Polícia Judiciária) e, em seguida, foi encaminhado à prisão para o cumprimento da pena. Moussa havia sido condenado pelo júri popular a 14 anos de reclusão em regime fechado, mas teve a pena reduzida para 12 anos após a defesa recorrer da decisão. Na ocasião, um pedido de habeas corpus foi concedido pela Justiça dias após o julgamento.

O crime ocorreu no dia 12 de março de 2022, na avenida Major Nicácio, no bairro Cidade Nova, região central de Franca. William havia saído de um bar e, ao entrar em seu veículo, uma caminhonete S-10, foi surpreendido por Samir, que o baleou no peito e na cabeça. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o autor se aproxima do veículo, abre a porta e atira contra a vítima, que morreu na hora.

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